Seu cachorro está com feridas, emagrecendo ou mais apático? Descubra se pode ser calazar e veja como prevenir, identificar e tratar essa doença grave — e muitas vezes fatal.
O diagnóstico de calazar — nome popular da leishmaniose visceral canina — pode ser um grande susto para tutores. A doença é transmitida pela picada do mosquito-palha infectado pelo protozoário Leishmania infantum e nem sempre apresenta sintomas no início, o que dificulta o diagnóstico precoce.
Mas conhecer os sinais e buscar ajuda veterinária o quanto antes pode salvar a vida do seu cão.

Índice do Artigo
O que é calazar e por que a doença é tão perigosa?
O calazar é uma doença infecciosa grave que afeta o organismo do cachorro em diversos níveis. Pode causar desde lesões de pele até alterações sistêmicas incluindo alterações em rins, fígado e olhos, dentre outras.
Um dos grandes desafios no controle da leishmaniose visceral canina é o longo período de incubação — que pode variar de meses até anos. Durante esse tempo, muitos cães permanecem sem sintomas.
Mesmo assintomático, o cachorro infectado ainda pode transmitir o protozoário se for picado novamente pelo mosquito transmissor, tornando-se um reservatório da doença e contribuindo para sua disseminação.
Como saber se meu cachorro tem calazar?
A única forma confiável de saber se o seu cão está infectado é por meio de exames clínicos e laboratoriais, como sorologia, exames parasitológicos e testes moleculares. Aqui no blog, temos um artigo completo sobre esses exames — confira!
Por isso, ao menor sinal de mudança na saúde do animal, leve-o ao médico-veterinário.
Os sintomas mais frequentes do calazar são:
- Queda de pelos, especialmente ao redor dos olhos e focinho;
- Descamação da pele com presença de caspas;
- Feridas que não cicatrizam, principalmente na face, orelhas, patas e cauda;
- Emagrecimento progressivo mesmo com alimentação normal;
- Apatia, cansaço e desânimo;
- Crescimento exagerado das unhas (onicogrifose);
- Ínguas (linfonodos aumentados);
- Acometimento renal e/ou hepático;
- Problemas oculares, como conjuntivite e presença de secreções;
- Vômitos e diarreia, dentre outras alterações gastrintestinais;
- Atrofia muscular e dificuldade para se locomover.

Esses sinais podem aparecer de forma isolada ou combinada, piorando com o tempo. Além disso, o sistema imunológico enfraquecido deixa o animal mais suscetível a outras infecções.
Diagnóstico confirmado: o que fazer agora?
Se os exames confirmarem a infecção por Leishmania infantum, o próximo passo é iniciar o protocolo terapêutico prescrito pelo médico-veterinário.
E aqui entra um importante avanço da Ceva Saúde Animal: o uso do MARBOX-LEISH®.
MARBOX-LEISH®: alívio real para os sintomas do calazar
Desenvolvido pela Ceva Saúde Animal, o MARBOX-LEISH® é um medicamento à base de marbofloxacina, uma fluoroquinolona com ação antimicrobiana, que atua na redução da carga parasitária.
Isso resulta na remissão clínica — ou seja, os sintomas desaparecem e o bem-estar do cachorro melhora significativamente.

O medicamento é indicado para casos leves a moderados de leishmaniose visceral canina, com sinais como feridas na pele, emagrecimento e apatia.
Importante: assim como outros fármacos utilizados para esse fim, MARBOX-LEISH® também não elimina totalmente o protozoário. Assim, mesmo com melhora clínica, o cão ainda pode ser um reservatório da doença.
Como administrar o MARBOX-LEISH®
- Dose: 5 mg/kg de peso vivo, via oral, uma vez ao dia por 28 dias.
- Apresentações: comprimidos de 20 mg (1 comprimido para cada 10 kg) e 60 mg (1 comprimido para cada 30 kg).
- Palatável: pode ser administrado com ou sem alimento.
- Horário: deve ser dado no mesmo horário todos os dias.
- Reavaliação: após 28 dias, o cão deve ser reavaliado com novos exames clínicos e laboratoriais.
Sempre siga rigorosamente as orientações do veterinário. Nunca interrompa o tratamento por conta própria.
Controle e Prevenção: Vectra® 3D é indispensável
Como o cachorro permanece como reservatório mesmo após a melhora clínica, proteger contra novas picadas do mosquito-palha é essencial para conter a propagação da doença.

O Vectra® 3D cumpre esse papel com excelência.
Ação do Vectra® 3D
Vectra® 3D é um antiparasitário de aplicação tópica e uso mensal. Ele protege contra pulgas, carrapatos, mosquitos e flebótomos (mosquito-palha) — estes últimos, vetores da leishmaniose visceral canina.
Pulgas (adultas e imaturas)
- Ação: Mata por contato, sem necessidade de picada.
- Início: A partir de 15 minutos após a aplicação.
- Duração: Até 2 meses.
- Ação adicional: Interrompe o ciclo das pulgas, eliminando ovos e larvas.
Carrapatos
- Ação: Mata por contato, antes que o carrapato se fixe no animal.
- Início: Até 8 horas após a aplicação.
- Efeito hot-foot: Impede que o carrapato se fixe no cão.
- Duração: Até 4 semanas.
Mosquitos e Flebótomos
- Ação: Repelente, impedindo a picada.
- Início: A partir de 1 hora após a aplicação.
- Duração: Até 4 semanas contra vetores da leishmaniose e dirofilariose (verme do coração).
A exclusiva pipeta smart do Vectra® 3D garante aplicação prática e sem desperdício. Sua fórmula se espalha pela pele em até 8 horas, oferecendo uma barreira protetora eficaz sem necessidade de picada.
A combinação que salva: tratamento + prevenção

Tratar não é suficiente. Prevenir é indispensável. O uso do MARBOX-LEISH® deve sempre ser associado à aplicação mensal de repelente como o Vectra® 3D. Essa estratégia melhora o estado geral do cão e impede que ele continue transmitindo o parasita aos mosquitos.
“É um marco importante poder contar com uma molécula que age diretamente no parasita, reduz os sinais clínicos e melhora a qualidade de vida do cão. Além disso, reforçamos que a prevenção vetorial deve caminhar lado a lado com o tratamento.” — Dr. Claudio Rossi, no Simpósio do Brasileish.
O calazar, ou leishmaniose visceral canina, é uma doença grave, silenciosa e difícil de controlar. Mas com diagnóstico precoce, tratamento com MARBOX-LEISH® e prevenção contínua com Vectra® 3D, é possível oferecer mais qualidade de vida ao seu cachorro e proteger toda a sua família.
Se notar qualquer alteração no comportamento ou na pele do seu cão, ou outras alterações sistêmicas, procure um médico-veterinário. Informação é a melhor aliada no combate ao calazar.




