Calazar em cachorro? Descubra os mitos e verdades sobre a leishmaniose canina e veja como o MARBOX-LEISH® e o Vectra® 3D podem proteger seu pet antes que seja tarde.
A leishmaniose visceral canina (LVC), também conhecida como calazar, é uma das doenças mais temidas entre os tutores de cachorrocães.
E não é para menos: trata-se de uma zoonose grave, que pode afetar órgãos vitais como fígado, rins e baço, colocando em risco tanto a vida do animal quanto a saúde das pessoas ao redor.
Apesar de já existirem tratamentos eficazes e medidas preventivas modernas, ainda circulam muitos mitos sobre a doença. E acreditar nessas informações erradas pode custar caro — tanto para o cachorro cão quanto para a família.
Neste artigo, reunimos os sete principais mitos sobre o calazar e explicamos, com base em informações atualizadas e fontes veterinárias confiáveis, o que é verdade e como proteger seu pet da leishmaniose visceral canina. Acompanhe.

Índice do Artigo
Mito 1: Se o meu cachorro não vive em área endêmica, não corre risco de contrair calazar
Mito: o risco existe em praticamente todo o Brasil.
De acordo com a Ceva Saúde Animal, casos de leishmaniose visceral canina (LVC) já foram confirmados em 25 das 27 unidades federativas do país.
Isso significa que a doença não se limita mais a regiões tradicionalmente conhecidas como endêmicas.
O mosquito-palha, transmissor da doença, adapta-se facilmente a climas quentes, úmidos e sombreados.
Além disso, viagens para locais de risco podem expor o animal ao vetor. Assim, mesmo cães que vivem em grandes centros urbanos precisam de proteção constante. A prevenção de animais expostos deve ser feita durante todo o ano, em qualquer região do país.
2. Mito: Todo mosquito-palha transmite a leishmaniose
Mito: apenas o mosquito-palha fêmea infectado pelo protozoário Leishmania infantum é capaz de transmitir a doença.
O mosquito-palha (flebótomo) não nasce infectado. Ele se contamina ao picar um animal doente, ingerindo o parasita presente no sangue. Dentro do intestino do inseto, a Leishmania passa por transformações que a tornam capaz de causar infecção. Quando esse mosquito inseto infectado pica outro cão saudável, ele injeta o protozoário na corrente sanguínea, dando início à infecção canina e predispondo ao risco de desenvolver a leishmaniose.
Isso significa que o simples fato de existir mosquito-palha na região não quer dizer que todos sejam transmissores. Ainda assim, é importante lembrar que o inseto pode se reproduzir facilmente em áreas quentes, úmidas e sombreadas, com presença de matéria orgânica — condições comuns em boa parte do Brasil.
Entendendo o ciclo de vida do mosquito-palha
- Postura dos ovos: a fêmea deposita os ovos em locais úmidos, sombreados e com matéria orgânica em decomposição, como folhas, frutas apodrecidas, restos de ração e fezes.
- Desenvolvimento das larvas: as larvas se alimentam desse material orgânico até atingirem a fase adulta.
- Mosquitos adultos: os machos se alimentam de seiva e açúcares vegetais, enquanto as fêmeas precisam de sangue para amadurecer os ovos — é aí que ocorre a transmissão da Leishmania.
- Atividade noturna: o mosquito-palha costuma picar ao entardecer e à noite, até o amanhecer, quando o cachorro está descansando, especialmente em áreas externas e com pouca luz.
Dicas de prevenção eficazes
1. Reduza criadouros no ambiente
- Mantenha o quintal sempre limpo e seco;
- Recolha folhas e frutas caídas, restos de ração e fezes;
- Evite acúmulo de lixo e matéria orgânica;
- Limpe abrigos de cães, canis e galinheiros e canis com frequência.
2. Use proteção vetorial contínua
A aplicação mensal do Vectra®3D é uma das formas mais seguras de impedir que o mosquito-palha pique o cachorro.
O produto cria uma barreira repelente que que já começa a age agir em até 1 hora após a aplicação e mantém a proteção por 4 semanas contra mosquitos e flebótomos.
3. Proteja o ambiente da casa
- Instale telas finas em portas e janelas;
- Evite deixar o cachorro ao ar livre no entardecer e à noite, até o amanhecer;
- Mantenha o local bem ventilado e iluminado;
- Cultive plantas com efeito repelente, como citronela, neem, alecrim e hortelã, que ajudam a afastar insetos naturalmente.
Em resumo: o mosquito-palha é um inseto pequeno, mas extremamente adaptável. Ele não transmite a doença sozinho, e simapenas quando está infectado com o parasito causador da LVC. Ainda assim, o controle ambiental e o uso de repelentes tópicos são indispensáveis para impedir o contato entre o vetor e o cachorrocão, quebrando o ciclo da leishmaniose desde a origem.

3. Mito: Cachorros Cães com calazar transmitem a doença diretamente para humanos
Mito: a leishmaniose não é transmitida por contato direto entre o cachorro cão e o humano.
O contágio acontece somente quando o mosquito-palha infectado pica um cachorro doente e, depois, pica uma pessoa ou outro animal.
Assim, um cão tratado e protegido com repelente não representa risco direto para sua família.
O uso mensal do Vectra® 3D é essencial para criar essa proteção. Ele repele o mosquito-palha antes mesmo da picada, interrompendo o ciclo da doença e garantindo segurança ao animal e diminuindo o risco às pessoas da casa.

4. Mito: O calazar não tem tratamento
Mito: embora a leishmaniose visceral canina seja uma doença grave, ela tem tratamento e controle clínico eficaz.
É importante entender que não existe cura parasitológica, ou seja, não há eliminação completa do protozoário Leishmania infantum do organismo do cachorro. Mesmo após o tratamento, o parasita pode permanecer em pequenas quantidades, por isso o cão continua sendo um reservatório da doença.
Já a cura clínica — também chamada de remissão dos sintomas — ocorre quando o cachorro volta a se alimentar bem, ganha peso, melhora da pele e recupera o bem-estar. Nessa fase, o animal deixa de apresentar sinais da doença, embora o parasita ainda possa estar presente.
O medicamento MARBOX-LEISH® desenvolvido pela Ceva Saúde Animal, foi criado justamente para promover essa remissão clínica com segurança em casos leves e moderados da LVC.
Ele contém marbofloxacina, que ajuda a reduzir a carga parasitária e aliviar sintomas como feridas, apatia e emagrecimento.
MARBOX-LEISH® deve ser associado a outros fármacos no tratamento de animais doentes, compondo o que se denomina de terapia multimodal,O tratamento devendo ser realizado e acompanhado por um médico-veterinário, e sempre associado à prevenção vetorial com o Vectra® 3D, que impede novas picadas do mosquito-palha e interrompe o ciclo de transmissão da leishmaniose visceral.

5. Mito: O diagnóstico é impossível nos estágios iniciais
Mito: o diagnóstico é difícil, mas possível — e deve ser feito o quanto antes.
A leishmaniose canina pode permanecer incubada por meses, sem sintomas visíveis. Isso não significa, porém, que não possa ser identificada precocemente.
Exames como sorologia, citologia e PCR são capazes de detectar o parasitadeterminar o diagnóstico de LVC ainda nos primeiros estágios da infecção.
Levar o cachorro cão regularmente ao médico-veterinário é a melhor forma de detectar o problema cedo e garantir um tratamento mais eficaz. O diagnóstico precoce salva vidas.!
Aqui no blog, você encontra um artigo completo sobre os principais sintomas da leishmaniose visceral canina. Ele pode te ajudar a reconhecer os sinais ainda no começo e buscar um médico-veterinário o quanto antes. Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento começam, maiores são as chances de proteger a saúde e o bem-estar do seu cachorrocão.
6. Mito: Cães com calazar precisam ser sacrificados
Mito: o sacrifício não é mais a única opção para cães com leishmaniose visceral canina.
Durante muitos anos, a eutanásia foi considerada a principal forma de controle da leishmaniose visceral canina (LVC). A recomendação se baseava em medidas sanitárias antigas que visavam reduzir a presença do parasita em áreas endêmicas.
Contudo, a legislação brasileira evoluiu — e o entendimento sobre o manejo de cães positivos também.
O que diz a lei
A Portaria Interministerial nº 1.426/2008, publicada conjuntamente pelos Ministérios da Saúde e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, continua em vigor. Ela determina que:
“É proibido o tratamento de cães infectados com Leishmania utilizando produtos não registrados no Ministério da Agricultura.”
(Fonte: BVS/MS – Portaria Interministerial nº 1.426/2008)
Em outras palavras, o tratamento é permitido, desde que sejam usados produtos registrados e aprovados para uso veterinário — o que atualmente é o caso do MARBOX-LEISH®, da Ceva Saúde Animal.
Notas técnicas mais recentes, como a Nota Técnica 03/2025 da DIVE/SC, reforçam que a eutanásia ainda é uma medida sanitária possível (Nota Técnica 03/2025 da DIVE/SC), especialmente quando o cão apresenta sinais manifestações clínicos clínicas graves, sofre de comorbidades, responde insatisfatoriamente ao tratamento ou vive em ambientes sem controle vetorial adequado.
Portanto, a decisão não é mais automática, e sim técnica, tomada pelo médico-veterinário em conjunto com o tutor e os órgãos de vigilância.
Tratamento e controle atuais
Com os avanços da medicina veterinária, hoje é possível tratar e controlar o calazar, oferecendo qualidade de vida ao cão e segurança à comunidade.
O medicamento MARBOX-LEISH®, registrado no MAPA, é indicado para casos leves e moderados de Leishmaniose leishmaniose visceral canina. Ele contém marbofloxacina, que age reduzindo a carga parasitária e promovendo a remissão clínica — o animal volta a comer, ganha peso e recupera energia, mesmo que o parasita não seja completamente eliminado.
O tratamento deve sempre ser acompanhado de prevenção vetorial contínua, essencial para interromper o ciclo de transmissão.
O uso mensal do Vectra® 3D é o principal método para repelir repele o mosquito-palha (Lutzomyia longipalpis), impedindo novas picadas e protegendo diminuindo assim o risco de transmissão paratambém outros cães e pessoas ao redor.
Resumindo: o sacrifício não é mais a única medida. HojeAtualmente, cães diagnosticados com leishmaniose podem viver com qualidade e segurança, desde que tratados com medicamentos autorizados e que estejam protegidos continuamente contra o mosquito-palha.
Referências oficiais
- Ministério da Saúde / MAPA – Portaria Interministerial nº 1.426/2008:
bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/pri1426_11_07_2008.html - DIVE/SC – Nota Técnica 03/2025: dive.sc.gov.br/phocadownload/notas-tecnicas/notas-tecnicas-2025/NT03-03.2025.pd
- Revista Clínica Veterinária / Ceva Saúde Animal – Agosto Verde: revistaclinicaveterinaria.com.br/noticias/mercado/ceva/agosto-verde-como-prevenir-a-leishmaniose-visceral-canina
7. Mito: Só é preciso usar repelente nas épocas mais quentes
Mito: o mosquito-palha se mantém ativo durante todo o ano, não apenas no verão.
É verdade que o calor e a umidade favorecem a reprodução do mosquito-palha, mas o risco de transmissão da leishmaniose canina não desaparece nas estações mais frias.
Mesmo em períodos de clima ameno, o inseto encontra abrigo em locais úmidos, sombreados e mal mal-cuidados. Por isso, a proteção do seu cachorro cão deve ser constante, mês após mês.
O Vectra® 3D é um antiparasitário de uso mensal que oferece uma barreira completa contra o mosquito-palha e outros parasitasvetores. Ele:
- Repele mosquitos e flebótomos em até 1 hora após a aplicação;
- Garante até 4 semanas de proteção vetorial contínua;
- Mata pulgas e carrapatos por contato, sem que precisem picar o animal.
Mas o cuidado não termina na aplicação do produto. Pequenas ações no dia a dia reforçam a prevenção e tornam o ambiente menos atrativo ao mosquito-palha:
- Mantenha o quintal limpo, seco e bem ventilado;
- Retire folhas, frutas e restos de ração acumulados;
- Evite deixar o cachorro ao ar livre no entardecer e à noite, até o amanhecer;
- Plante citronela, neem, alecrim e hortelã, que ajudam a repelir naturalmente os insetos.

O que aprendemos hoje sobre o calazar em cachorros
A leishmaniose visceral canina, também chamada de calazar, continua sendo uma das doenças mais desafiadoras e temidas pelos tutores — mas hoje já sabemos muito mais sobre como identificar, tratar e prevenir essa zoonose.
Aprendemos que o risco não se limita a regiões endêmicas: o mosquito-palha está presente em quase todo o país e pode se adaptar facilmente ao ambiente urbano. Também vimos que nem todo mosquito-palha transmite a doença, apenas aqueles infectados pelo protozoário Leishmania infantum, o que reforça a importância de impedir as picadas.
Entendemos que o contato direto com o cachorro não transmite a leishmaniose — o perigo está na picada do vetor. Por isso, proteger o animal com produtos repelentes é a melhor forma de proteger toda a família.
Aprendemos ainda que a doença tem tratamento: não existe cura parasitológica (eliminação total do parasita), mas há cura clínica, quando o cachorro cão melhora dos sintomasclinicamente e volta a ter qualidade de vida. O MARBOX-LEISH®, registrado no MAPA, é hoje uma das principais opções seguras para essa remissão clínica, sempre com acompanhamento veterinário.
Falamos também que o diagnóstico precoce é possível, desde que o tutor fique atento aos sintomas e procure o médico-veterinário o quanto antes. Quanto mais cedo a doença for detectada, maiores são as chances de controle.
Com base na Portaria Interministerial nº 1.426/2008 (MS/MAPA), entendemos que o tratamento é permitido apenas com produtos registrados, como MARBOX-LEISH®e . que Além disso, quanto a à eutanásia de cães acometidos, embora ainda prevista em situações específicas, não é mais a única alternativa.
Por fim, vimos que a prevenção deve acontecer o ano todo, já que o mosquito-palha se mantém ativo mesmo fora do verão. O uso mensal de Vectra® 3D, aliado à limpeza de matéria orgânica do ambiente e ao controle de criadouros, é o melhor escudo contra a doença.
Em resumo: com informação, prevenção contínua e tratamento adequado, é possível controlar a leishmaniose visceral canina e garantir uma vida longa e saudável para o seu cão.



