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Cuidados com o cachorro na praia: como evitar a leishmaniose e o verme do coração

Levar o cachorro para a praia é muito legal, divertido e faz bem. O sol, a areia e as brincadeiras na água garantem momentos inesquecíveis para toda a família. No entanto, o litoral brasileiro também esconde perigos invisíveis que podem prejudicar seriamente a saúde do seu melhor amigo.

Neste artigo do Blog Leishmaniose Visceral Canina da CEVA, vamos explicar como você pode curtir o mar com segurança. O segredo está em entender os riscos e agir antes mesmo de colocar o pé na areia.

Por que a praia exige atenção redobrada?

Cuidados com o cachorro na praia: como evitar a leishmaniose e o verme do coração

Muitas cidades do litoral são consideradas áreas endêmicas. Isso significa que as doenças transmitidas por insetos, como a leishmaniose e a dirofilariose, acontecem com mais frequência nesses locais. O calor e a umidade da praia são o ambiente perfeito para o nascimento e a reprodução de mosquitos.

Existem dois grandes inimigos que você precisa conhecer:

  • O mosquito-palha, que transmite a leishmaniose.
  • Os mosquitos comuns (como o Culex e o Aedes), que transmitem o verme do coração.

O que é a leishmaniose visceral canina?

A leishmaniose é uma doença causada por um parasito minúsculo. Ele entra no corpo do cachorro quando o mosquito-palha pica o animal. É uma doença grave porque ataca órgãos importantes, como o fígado e os rins.

Cuidados com o cachorro na praia: como evitar a leishmaniose e o verme do coração

Como os sintomas podem demorar a aparecer, muitos tutores só percebem o problema quando a doença já está avançada. Por isso, a prevenção é fundamental para garantir que seu cachorro continue saudável por muitos anos.

O que é a dirofilariose ou verme do coração?

A dirofilariose é causada por um verme que se aloja dentro do coração do cachorro. Por isso, ela é popularmente chamada de verme do coração.

A transmissão acontece pela picada de mosquitos infectados, que são muito comuns em regiões de praia e manguezais. Quando o verme cresce, ele atrapalha a circulação do sangue, causando tosse, cansaço e dificuldade para respirar. Se não for tratada, essa doença pode ser fatal.

Como proteger seu cachorro durante a viagem?

Cuidados com o cachorro na praia: como evitar a leishmaniose e o verme do coração

A melhor maneira de proteger seu cachorro é impedir que ele seja picado. Se o mosquito não pica, a doença não passa. Para isso, o uso de um repelente de alta eficácia é a escolha mais inteligente.

O Vectra® 3D é um produto desenvolvido especialmente para oferecer essa proteção. Ele funciona como uma barreira invisível na pele do animal.

Por que escolher o Vectra® 3D?

Este produto se destaca porque não apenas mata os parasitos, mas também repele os mosquitos. Veja os principais benefícios:

  • Ação repelente rápida: começa a afastar os mosquitos a partir de 1 hora após a aplicação.
  • Proteção completa: além de mosquitos e flebótomos, também protege contra pulgas e carrapatos.
  • Fácil de aplicar: a pipeta tem uma ponta arredondada que facilita a aplicação direta na pele, sem desperdício.
  • Segurança no contato: mata pulgas e carrapatos por contato, sem que eles precisem picar o cachorro.
Cuidados com o cachorro na praia: como evitar a leishmaniose e o verme do coração


Dicas para aplicar o produto corretamente

Para garantir que o Vectra® 3D funcione perfeitamente, siga estes passos simples:

  • Aplique o produto diretamente na pele, afastando bem os pelos.
  • Faça uma linha contínua da base da cauda até a nuca do cachorro.
  • Aplique em locais onde o animal não consiga lamber.
  • Evite dar banho no cachorro 48 horas antes e 48 horas depois da aplicação.

Dicas extras para um passeio seguro no litoral

Além de proteger contra os mosquitos, outros cuidados ajudam a manter o bem-estar do seu cachorro na praia:

  • Cuidado com o sol: os cachorros também podem sofrer com queimaduras e insolação. Evite os horários de sol mais forte e ofereça sempre um lugar com sombra.
  • Água fresca sempre: leve uma garrafa de água exclusiva para ele. É raro, mas alguns cães podem tentar beber água do mar, e isso pode causar desidratação e problemas na barriga.
  • Regras locais: verifique se a praia permite a presença de animais e mantenha seu cachorro sempre na coleira para evitar acidentes.
  • Areia quente: coloque sua mão na areia, se estiver quente para você, provavelmente estará muito quente para ele.
  • Higiene é fundamental: recolha sempre as fezes do seu cachorro. Além de manter a praia limpa para todos, isso evita a transmissão de doenças que podem estar nas fezes para outros animais e até para humanos. Leve sempre saquinhos plásticos para essa tarefa.
  • Respeito ao próximo: nem todo mundo gosta ou se sente confortável perto de cachorros, especialmente crianças. Mantenha seu cachorro na coleira e perto de você. Se alguém demonstrar medo ou desconforto, afaste seu animal. O bom convívio garante que todos possam aproveitar o espaço público.
Cuidados com o cachorro na praia: como evitar a leishmaniose e o verme do coração

Perguntas frequentes sobre proteção na praia

Posso passar o repelente no dia da viagem? Não. O ideal é aplicar o Vectra® 3D pelo menos 24 a 48 horas antes de chegar ao litoral para garantir que a proteção já esteja espalhada por todo o corpo.

O cachorro pode entrar no mar depois de aplicar o produto? Sim. Depois que o produto secar na pele (o que leva cerca de 48 horas), o cachorro pode brincar na água sem perder a proteção.

Lembre-se sempre de consultar um médico-veterinário antes de viajar. Ele é o profissional capacitado para fazer exames e indicar o melhor protocolo de saúde para o seu amigo.

  1. Ministério da Saúde. Leishmaniose Visceral.
  2. Governo do Estado de São Paulo. Leishmaniose Visceral: A Doença.
  3. SciELO. Dirofilariose: zoonose emergente negligenciada.
  4. American Heartworm Society. Prevenção e Controle da Dirofilariose.

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Redação do Blog

A Ceva é uma multinacional francesa, presente em mais de 40 países e dedicada ao desenvolvimento de produtos inovadores no mercado de saúde animal.

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